Teoria da Deriva Continental (por Alfred Wegener) - A muitos, muitas milhões de anos atrás, os continentes já estiveram todos unidos formando um super continente chamado Pangea e rodeado por um oceano chamado Pantalassa.
O cientista alemão Alfred Lothar Wegener e outros, no príncipio do séc.XX, propuseram a seguinte teoria(teoria da deriva continental); outrora os continentes estiveram todos unidos formando um super continente (Pangea), rodeado por um super oceano (pantalassa), o que implicaria a existência de um movimento de continentes, dado que actualmente os continentes estão afastados uns dos outros (deslocamento continental onde grandes placas da crosta continental movem-se livremente pela crosta oceânica)
O alfred Wegener não conseguiu propor o mecanismo respnsável pelo movimento dos continentes, teve que se esperar pela nova tecnologia da segunda metade do séc. para perceber as causas da deriva dos continentes. O conhecimento dos fundos oceânicos foi aprofundado na 2ª Guerra Mundial, isso foi conseguido a partir de novos aparelhos, os sonares, colocados em navios exploradores.
Na verdade Alfred Wegener veio revolcionar toda a Geologia, uma nova área de conhecimento geológico tinha aqui o seu nascimento, a Tectónica de Placas.
Foi necessário conhecer a morfologia dos fundos oceânicos para que se conhecesse o mecanismo responsável pelo movimento das placas continentais.
Dados que apoiam a Teoria
As principais linhas de evidência que apoia a ideia que os continentes estiveram uma vez unidas, e posteriomente moveram-se separadamente, estão baseados no estudo de fósseis, no estado das rochas, na justaposição dos contornos geométricos dos continentes e no estudo dos climas.
Argumentos Morfológicos: Os contornos do africano e sul americano encaixam na perfeição.
Arguntos Geológicos: As rochas no local de encaixe destes 2 continentes, têm a mesma idade e são a mesma rocha.
Argumentos Paleoclimáticos: Fósseis iguais de plantas (feto Glossopteris) e de animais (Cynognathus, Lystrosaurus e Mesasaurus) encontravam-se em todos os continentes.
Argumentos Paleoclimáticos:depósitos glaciares podem ser encontrados em regiões com climas tropicais e subtropicais.
Mas Alfred Wegener, embora todos estes argumentos fossem indiscutíveis não conseguiu explicar o mecanismo do afastamento dos continentes, faltava-lhe a tecnologia que só muitos anos mais tarde chegou.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Tipos de Falhas e Dobras
Tipos de Dobras
Existem vários tipos de dobras: Dobra anticlinal, sinclinal (dobra deitada anticlinal e sinclinal) e dobra-falha.
Dobras Anticlinal e Sinclinal Deitadas
Forças Compresivas
Dobra-Falha
Forças compresivas
Dobra-Falha: É um material que dobra até ao seu limite de elasticidade e plasticidade, parte, se a fractura tiver movimento é uma Dobra-Falha, se não tiver é só uma falha.
Tipos de Falhas
Falha Normal
Forças distensivas
Falha Inversa
Forças compresivas
Normais: São formadas por forças distensivas
Inversas: São formadas por forças compresivas
Falhas de Desligamento
Falha de Desligamento Horizontal
Falha de Desligamento Vertical
Dobras e Falhas
Dobras e Falhas
Uma Falha é uma fratura com movimento e consoante esse movimento, os geólogos podem afirmar se o material sofreu compressão ou distensão. São deformações nas rochas, originadas pelas forças distensivas e compresivas, rápidas. Formam-se quer nas rochas frias quer nas rochas quentes.
Dobra - Dobra e não parte. Material rochoso que ao longo do tempo, devido à força compresiva. São deformações nas rochas pelas forças comprsivas lentas. Formam-se e temperaturas elevadas.
Dobras
1- Charneira
2- Flanco esquerdo
3- Flanco direito
Origina uma Montanha
1- Charneira
2- Flanco Direito Origina um vale
3- Flanco Esquerdo
Flancos - São os planos inclinados da dobra.
Charneira - É a "linha" que separa os dois flancos.
Dobras e Falhas - São deformações na superfície terrestre.
Diferenças
Escalas Sísmicas
Escalas Sísmicas
Escalas Sísmicas - Existem várias escalas para se medirem os sismos mas as mais conhecidas são as de Mercalli (adaptada) e a Richter.
Escalas de Mercalli - mede a intensidade, vai I a XII. Utiliza-se a numeração romana para diferenciar dos valores da escala de Richter. Mede os graus de distruição do sismo.
Intensiade - é a quantidade de destruição por um sismo. É feito um inquérito à população e mede-se o grau de destruição. Posteriormente os valores de intensidade obtidas nos inquéritos são marcadas no mapa (isossistas) e determina-se no Epicentro.
Isossistas - São linhas que unem pontos de igual densidade sísmica.
Porquê que as isossistas não são perfeitamente circulares?
R: É quando as ondas sísmicas batem noutros materiais e nem todos esses lugares são habitados. Por isso é que não sao perfeitamente circulares.
Escalas de Richter - Mede a magnitude, vai de 0 a 9.
Magnitude - É a quantidade de energia libertada pelo sismo é medida pela escala de Richter (0-9). É uma escala científica. A cada grau corresponde uma quantidade de 10 vezes mais do que o grau anterior. A magnitude é registada num sismógrafo, onde também é registado as fases do sismo e a duração do sismo. A magnitude é medida pelo sismograma.
Fases do Sismo
Fases do Sismo
3 Fases do Sismo:
- Premonitória
- Sismo (P+S = L)
- Réplicas
Abalos Premonitórios - Abalos suaves que indicam o que vai acontecer. Corresponde à saída das 1ª ondas. Só é sendito pelos sismógrafos e pelos animais.
Abalos Principais do Sismo - Abalo propriemente dito.Corresponde à saída das ondas P e S à superfície.
Réplicas - Os abalos sísmicos vão diminuindo de intensidade até se extinguiram. Corresponde ao reajuste do interior da Terra.
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Sismógrafos - São aparelhos que resgistam o sismo e existem vários tipos.
Pode-se determinar através de um sismograma a magnitude e duração de um sismo.
Sismograma - Registo do sismo.
Cada grau é dez vezes superior ao seu grau anterior.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Os sismos
Os Sismos
O mecanismos responsável é o movimento do magma na astenosfera que origina fraturas nas rochas libertando energia através das ondas sísmicas.
O termo sismo é designado científicamente de um abalo na crosta terrestre (oceânica e continental), no entanto, podemos chamar Terramoto ao sismo que ocorre na crosta continental e Maremoto ao simo que ocorre na crosta oceânica, originando um Tsunami onda gigante.
Epicentro - Local à superfície, onde o sismo é sentido com maior intensidade.
Hipocentro ou foco sísmico - Local em profundidade onde o sismo tem origem.
Ondas Sísmicas
Onda P - Primárias ou de compressão propagam-se por todos os materiais e deslocam-se no sentido de propagação das ondas sísmicas. Deslocam-se em todo o tipo de materiais.
Onda S - Secundárias ou tranversais propagam-se por materiais sólidos e deslocam-se na perpendicular do sentido da propagação das ondas sísmicas. Não se deslaca nos líquidos.
Onda L - Lowe ou superfíciais formam-se a partir da junção das S e P à superfície. São as mais destrutivas.
As P são as primeiras a chegar à superfície.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011
8ºano
Pessoal tenho uma novidade a partir de agora a matéria vai começara a ser a do 8ºano espero que gostem!!!Obrigado por terem vindo cá ver ou estudar. Ficem bem Bjinhos
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