sexta-feira, 1 de junho de 2012

Rochas Magmáticas

Rochas Magmáticas:
  • Vulcânicas: Pressão: baixa;Temperatura:altas                
  • Plutónicas: Pressão: alta; Temperatura: altas
Tipos de textura:
  • Holocristalina: tudo está cristalizado (Rochas Plutónicas)
  • Hemicristalina: parte está cristalizado no meio de uma pasta vitrea (Rochas Vulcânicas)
  • Vítrea: Nada está cristalizado (Rochas Vulcânicas)
As rochas magmáticas são caracterizadas por:
  • Minerais essenciais: São os minerais que constituem a rocha.
  • Minerais acessório: São os minerais que podem ou não estar presentes na rocha.

Tipos de Rochas




Rochas

Rocha- É uma associação natural de um ou mais minerais.

Propriedades dos Minerais

Cor- É a cor que o mineral apresenta à vista desarmada. Pode não corresponder à verdadeira cos do mineral.

Risca- É a verdadeira cor que o mineral, corresponde à cor do mineral reduzido a pó. Na prática utiliza-se a porcelana, a cor que o mineral deixar na porcelana é a verdadeira cor do mineral.

Brilho- Pode ser:
  • Baço
  • Vítreo
  • Nacarado
  • Gorduroso
  • Metálico
  • Adamantino
Clivagem- É a propriedade que alguns minerais apresentam de se poderem separar (partir) por superfícies planas.

Dureza- Existem duas formas de medir a dureza dos minerais.
  • Escala pratica de dureza:
Unha- 2 a 2,5     Aço- 5      Vidro- 5,5     Quartzo- 7
  • Escala de Mohs:
  1. Talco
  2. Gesso
  3. Calcite
  4. Fluorite
  5. Apatite
  6. Ortocláse
  7. Quartzo
  8. Topázio
  9. Corindo
  10. Diamante
Diafaniedade- É a propriedade que os minerais têm de se deixaram atravessar, ou não, pela luz.
Podem ser:
  • Opacos: não deixam passar a luz
  • Translúcidos: deixam passar alguma luz
  • Transparentes: deixam passar toda a luz
Densidade- É uma relação entre peso e volume. Na pártica pega-se num mineral de densidade conhecida que seja mais ou menos do mesmo tamanho que o mineral que pretendemos determinar e sentimos qual é o mais pesado.

Minerais

Mineral é uma associação natural de elementos químicos dispostos numa rede cristalina tridimensional bem defenida.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Tabela do Tempo Geológico


Era
Período
Principais Etapas

Cenozóico
Quaternário

Desenvolvimento do Homem
Terciário

Desenvolvimento dos mamíferos


Mesozóico
Cretácico
65 M.A
Idade Dos Répteis
Plantas com flor (ext. dos dinossauros
Jurássico
Pássaros e Mamíferos
Triássico
Domínio dos dinossauros




Paleozóico
Pérmico

245 M.A
Idade dos Anfíbios
Reservas de carvão
Carbónico

Devónico

Idade dos Peixes
Primeiros insectos e plantas terrestres
Silúrico

Ordovício

Idade dos Invertebrados

545 M.A
Primeiros peixes, domínio das trilobites, primeiros seres com conchas
Câmbrico

Pré-Câmbrico
(87% do tempo Geológico)
Proterozóico

2800 M.A
Primeiros Seres
Arcaico
4600 M.A
Fase cósmica da Terra

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Reflexão

Eu este ano gostei ainda mais da matéria dada do que da matéria do 7ºano. Este blogue esta cada vez a ser-me mais util, eu por aqui posso estudar, aprender, e estar a passar as matérias e a decora-las mais rápidamente e duma forma gira. Nas aulas eu gostei do que a stora explicou, mas acho o que não me rendeu tanto foi os testes supresa e o comportamento da turma no geral, mas de resto achei a matéria super divertida, entusismante e deixava-nos curiosos para preceber como era possível fazer aquilo e como eles conseguiram descobrir aquilo tudo ao promenor. Beijinho e até ao próximo período. :P

Bom Natal e Bom Ano Novo!!!

Processos de Fossilização

Mumificação - ocorre quando o ser vivo ficou aprisionado em âmbar ou em gelo. É o mais raro de todos os tipos de fossilização, mas devido ao âmbar (resina) e ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando-nos informações preciosas à cerca do ser vivo. O ser neste tipo de fossilização fica CONSERVADO (conservação), apresenta apenas alterações mínimas na sua composição.

Moldagem -Processo mais vulgar, resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos, ou da moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo. (Para se ter a noção real do ser vivo é necessário ter o molde e o contra molde).


Marca ou impressão - Ocorre a conservação de vestígios dos seres vivos, como pegadas, marcas de folhas etc ; A figura seguinte mostra a impressão de folhas num xisto, a que se juntou, para termo de comparação, folhas reais de uma planta da mesma espécie que ainda vive nos nossos dias .

Os Fósseis

Fósseis
Os fósseis são as únicas evidências de animais e plantas que existem há milhões de anos. É considerado fóssil todo o resto ou vestígio de ser vivo (animal ou planta) preservado ao londo dos tempos geológicos como parte integrante das rochas sedimentares; geralmente ficam preservados as estruturas mais resistentes do animal ou planta, as chamadas partes duras (conchas, ossos, ect).

A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia, e os geólogos que estudam os fósseis são os Paleontólogos.

  • Paleo = Antigo
    • +
  • onto = ser
    • +
  • logia = estudo
A passagem de um ser orgânico para o estado de fóssil isto é, a transformação da sua matéria viva nem resto de mineral, chama-se Fossilização.

A fossilização resulta da acção combinada de processos físicos, químicos e biológicos. Para que ocorra a fossilização são necessárias algumas condições, como ser ou vestígio do ser, ter de ser de imediato enterrado e ausência de acção bacteriana decompondo os tecidos.

Também influenciam na formação dos fósseis o modo de vida do animal e a composição química do seu esqueleto.

Por vezes os fósseis não são restos de um ser vivo, mas somente a marca que eles deixam na rocha recoberta por sedimento, que mais tarde se dissolveu, vai ficar no material que a preencheu um molde interno, e no material que a recobriu, um molde externo. São também consíderados de vestígios pegadas deixadas por animis (icnofósseis, excrementos, marcas de dentadas...)

Para os paleontólogos, o estudo dos fósseis permite conhecer a flora e fauna existentes na terra há muitos milhares de anos; os hábitos e modo de vida dos animais, as razões porque determinadas espécies se extinguiram, as diferentes épocas em que habitaram no planeta.

Resumindo:
O que são fosseis?
Fosseis são as únicas "provas" que evidenciam a existência de espécies que já se extinguiram há milhões de anos. é considerado fossil quando temos um vestigio de um ser vivo (o molde, o interior, etc.).

O que é a fossilização?
É o processo pelo qual o ser vivo passa até se tornar um fossil.

Qual é a ciência que estuda e quem estuda os fosseis?
A ciência que estuda os fosseis é a paleontologia e que os estuda são os paleontólogos.
Fossilização

Paisagens Formadas por Dobras e Falhas


As paisagens formadas por falhas sucessivas toma o nome de graben (parte deprimida) e horst (parte elevada).

Placas Tectónicas (Placas Litosféricas)


A terra está divida em vários fragmentos litosféricos, chamados de placas tectónicas que se deslocam sobre a astenosfera, interagindo ao longo do tempo entre si um processo geodinêmico que origina dobras (Cordilheira Andina e Alpina), falhas, sismos, magmatismo e outros fenómenos associados a esses movimentos das placas.

Forças internas do planeta agindo durante milhões de anos elevam grandes massas rochosas, dobram duras camadas de rocha e conseguem mesmo separar e mover continentes e abrir oceânos rearranjado o mapa do mundo.

Os processos de aquecimento e arrefecimento do magma produz um movimento desse material (correntes de convexão), arrasta as placas superficiais e forçando-as a moverem-se também, como se fossem placas de esferovite a boiar na água.

Divide a Litosfera em várias placas. O mecanismo que leva ao movimento das placas são as correntes de convexao do magma. O local por onde se dá o afastamento é no Rifte, e o local onde são destruídas é na fossa continental.
A litosfera, como se referiu, está dividida em várias placas, sendo 7 as principais:
Placas Principais:
  • Placa Afriana
  • Placa da Antártida
  • Placa Australiana
  • Placa Euroasiática
  • Placa do Pacífico (rodeada pelo círculo de fogo do Pacífico)
  • Placa Norte-Americana
  • Placa Sul-Americana

Limites das Placas

Os limites das placas podem ser:
  • Divergentes: Zona do rifte(Zona de construção da Crosta).
  • Convergentes:Zona de subdução - Fossa Oceânica - Zona de destruição da crosta.
  • Conservativas: Por exemplo no rifte, perpendiculares a este, existem inuméras falhas perpendiculares ao vale (Falhas Transformantes) e onde não há a falha de santo André, nos USA, locl onde existe o contacto da placa do pacífico e da Norte-Americana.

     

Paleomagnetismo

O material vulcânico dos fundos oceânicos é constituído por basalto. O basalto é uma rocha com minerais ferromagnesianos, estes materiais são atraídos pelo campo magnético da Terra (a prova é que podes orientar com uma bússula).
Quando o material solidifica, os minerais magnéticos ficam com uma determinada orientação.


Ora o campo magnético muda ao longo dos tempos. Analisando as rochas nos dois lados do rifte, enconram-se rochas com a mesma orientação dos dois lados do rifte e aproximadamente à mesma distância. Isto prova que a crosta oceânica nas zonas do rifte está a crescer. As rochas mais antigas são as que se encontram mais afastadas do rifte, junto à crosta continental.

Teoria das Tectónicas de Placas



Zona de construção de crosta oceânica - Rifte
Zona de destruição da costa oceânica - Fossa Oceânica

Correntes de Convexão


Este é o mecanismo que leva à separação dos continentes e deve-se às propriedades do magma. Responsável pelo movimento das placas são as correntes geradas no magma.

Os materiais da astenosfera encontrm-se num estado intermédio entre o líquido e o sólido e como se encontram a altas temperaturas geram-se movimentos nos materiais.

No rifte o magma ascende e empurra as placas para fora, é o local de formação de crosta oceânica. Na fossa oceânica, a crosta oceânica é destruida, dando que os materiais desta crosta são mais densos e a crosta mergulha por baixo da continental. Zona de subdução

Uma das provas que o rifte é uma zona de construção de crosta oceãnica é o estudo do paleomagnetismo (campo magnético da terra ao longo dos tempos) nas rochas do rifte.




Sonar



Sonar

Originou a Ecografia

Recebe os sons

em 1950, foi inventado

Morfologia dos Fundos Oceânicos



1-Dorsais Médio Oceânicas:Grandes cadeias montanhosas localizadas sensivelmente a meio da crosta oceânica. Formadas a partir do rifte, por acumulação de lava. O único local à superfície onde aflora a Dorsal é na Islândia. Tem cerca de 2km de extensão.

2-Talude Continental:Zona muito adrupta, limite da crosta continental, vai dos 150m em média aos 4 km de profundidade.

3-Planície Abissal:Vasta planície que constitui cerca de 75% dos fundos oceânicos.

4-Plataforma Continental:Zona extensa com cerca de 2km e com declive 150m. Cerca de 90% das espécies marinhas habita nesse local.(crosra continental). 

5-Rifte:Vale com vulcanismo subamarino activo. Localiza-se entre as dorsais médio oceânicas. É responsável pela construção de crosta oceânica.

6-Fossa Oceânica:Localiza-se nos limites das placas litosféricas oceânicas e continentais (talude continental/ planície abissal). Zona responsável pela destruição da crosta oceânica. Zona de transição entre crosta continental e oceânica. O local onde a fossa oceãnica é mais profunda é a fossa dos Marianos (japão) 12km de profundidade.

Teoria da Deriva Continental

Teoria da Deriva Continental (por Alfred Wegener) - A muitos, muitas milhões de anos atrás, os continentes já estiveram todos unidos formando um super continente chamado Pangea e rodeado por um oceano chamado Pantalassa.

O cientista alemão Alfred Lothar Wegener e outros, no príncipio do séc.XX, propuseram a seguinte teoria(teoria da deriva continental); outrora os continentes estiveram todos unidos formando um super continente (Pangea), rodeado por um super oceano (pantalassa), o que implicaria a existência de um movimento de continentes, dado que actualmente os continentes estão afastados uns dos outros (deslocamento continental onde grandes placas da crosta continental movem-se livremente pela crosta oceânica)

O alfred Wegener não conseguiu propor o mecanismo respnsável pelo movimento dos continentes, teve que se esperar pela nova tecnologia da segunda metade do séc. para perceber as causas da deriva dos continentes. O conhecimento dos fundos oceânicos foi aprofundado na 2ª Guerra Mundial, isso foi conseguido a partir de novos aparelhos, os sonares, colocados em navios exploradores.

Na verdade Alfred Wegener veio revolcionar toda a Geologia, uma nova área de conhecimento geológico tinha aqui o seu nascimento, a Tectónica de Placas.

Foi necessário conhecer a morfologia dos fundos oceânicos para que se conhecesse o mecanismo responsável pelo movimento das placas continentais.

Dados que apoiam a Teoria

As principais linhas de evidência que apoia a ideia que os continentes estiveram uma vez unidas, e posteriomente moveram-se separadamente, estão baseados no estudo de fósseis, no estado das rochas, na justaposição dos contornos geométricos dos continentes e no estudo dos climas.

Argumentos Morfológicos: Os contornos do africano e sul americano encaixam na perfeição.

Arguntos Geológicos: As rochas no local de encaixe destes 2 continentes, têm a mesma idade e são a mesma rocha.

Argumentos Paleoclimáticos: Fósseis iguais de plantas (feto Glossopteris) e de animais  (Cynognathus, Lystrosaurus e Mesasaurus) encontravam-se em todos os continentes.

Argumentos Paleoclimáticos:depósitos glaciares podem ser encontrados em regiões com climas tropicais e subtropicais.

Mas Alfred Wegener, embora todos estes argumentos fossem indiscutíveis não conseguiu explicar o mecanismo do afastamento dos continentes, faltava-lhe a tecnologia que só muitos anos mais tarde chegou.

Tipos de Falhas e Dobras

Tipos de Dobras
Existem vários tipos de dobras: Dobra anticlinal, sinclinal (dobra deitada anticlinal e sinclinal) e dobra-falha.
Dobras Anticlinal e Sinclinal Deitadas
Forças Compresivas




Dobra-Falha
Forças compresivas


Dobra-Falha: É um material que dobra até ao seu limite de elasticidade e plasticidade, parte, se a fractura tiver movimento é uma Dobra-Falha, se não tiver é só uma falha.

 
Tipos de Falhas

Falha Normal
Forças distensivas

Falha Inversa
Forças compresivas

Normais: São formadas por forças distensivas
Inversas: São formadas por forças compresivas

Falhas de Desligamento

Falha de Desligamento Horizontal


Falha de Desligamento Vertical


Dobras e Falhas

Dobras e Falhas

Uma Falha é uma fratura com movimento e consoante esse movimento, os geólogos podem afirmar se o material sofreu compressão ou distensão. São deformações nas rochas, originadas pelas forças distensivas e compresivas, rápidas. Formam-se quer nas rochas frias quer nas rochas quentes.






 Dobra - Dobra e não parte. Material rochoso que ao longo do tempo, devido à força compresiva. São deformações nas rochas pelas forças comprsivas lentas. Formam-se e temperaturas elevadas.

Dobras

1- Charneira
2- Flanco esquerdo
3- Flanco direito


Origina uma Montanha

1- Charneira
2- Flanco Direito                             Origina um vale
3- Flanco Esquerdo  

Flancos - São os planos inclinados da dobra.
Charneira - É a "linha" que separa os dois flancos.
Dobras e Falhas - São deformações na superfície terrestre.

Diferenças



   

Escalas Sísmicas

Escalas Sísmicas

Escalas Sísmicas -  Existem várias escalas para se medirem os sismos mas as mais conhecidas são as de Mercalli (adaptada) e a Richter.

Escalas de Mercalli - mede a intensidade, vai I a XII. Utiliza-se a numeração romana para diferenciar dos valores da escala de Richter. Mede os graus de distruição do sismo.


Intensiade - é a quantidade de destruição por um sismo. É feito um inquérito à população e mede-se o grau de destruição. Posteriormente os valores de intensidade obtidas nos inquéritos são marcadas no mapa (isossistas) e determina-se no Epicentro.

Isossistas - São linhas que unem pontos de igual densidade sísmica.


Porquê que as isossistas não são perfeitamente circulares?
R: É quando as ondas sísmicas batem noutros materiais e nem todos esses lugares são habitados. Por isso é que não sao perfeitamente circulares.

Escalas de Richter - Mede a magnitude, vai de 0 a 9.

Magnitude - É  a quantidade de energia libertada pelo sismo é medida pela escala de Richter (0-9). É uma escala científica. A  cada grau corresponde uma quantidade de 10 vezes mais do que o grau anterior. A magnitude é registada num sismógrafo, onde também é registado as fases do sismo e a duração do sismo. A magnitude é medida pelo sismograma.





Fases do Sismo

Fases do Sismo

3 Fases do Sismo:
  • Premonitória
  • Sismo (P+S = L)
  • Réplicas
Abalos Premonitórios - Abalos suaves que indicam o que vai acontecer. Corresponde à saída das 1ª ondas. Só é sendito pelos sismógrafos e pelos animais.

Abalos Principais do Sismo -  Abalo propriemente dito.Corresponde à saída das ondas P e S à superfície.

Réplicas -  Os abalos sísmicos vão diminuindo de intensidade até se extinguiram. Corresponde ao reajuste do interior da Terra.

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Sismógrafos - São aparelhos que resgistam o sismo e existem vários tipos.

Pode-se determinar através de um sismograma a magnitude e duração de um sismo.

Sismograma - Registo do sismo.



Cada grau é dez vezes superior ao seu grau anterior.